Alergia alimentar infantil. Como tratar?

Nos primeiros meses de vida a atenção dada ao novo membro da família pode dispensar o cuidado que o bebê precisa ter em relação a sua alimentação. Como o cardápio, geralmente, se resume ao leite e a inserção de pequenas porções de legumes e frutas, muitos pais não se atentam a um problema que atinge cerca de 8% das crianças menores de três anos: a alergia alimentar.


“Os quadros alérgicos possuem sintomas parecidos repliche orologi com os de doenças bem graves, como aparecimento de manchas na pele, dores no estômago, fechamento da garganta, entre outros ainda mais graves”, explica a médica nutróloga Liliane Opperman.


A primeira opção é muitas vezes buscar o médico especialista no problema apresentado através do sintoma. Porém, a causa pode estar diretamente ligada à ingestão de alimentos.


“Algumas crianças desenvolvem alergias inclusive ao próprio leite materno, isso ocorre por meio do transporte das propriedades alimentares da dieta da mãe para o bebê. “Nesses casos, o diagnóstico do problema pode ser ainda mais difícil, se a família não buscar uma orientação médica adequada”, reforça Liliane.


A alergia é uma resposta do sistema imunológico ao alimento ingerido. Isso ocorre, devido à dificuldade do trato digestivo em identificar e digerir o produto, forçando o organismo a aumentar a produção de anticorpos.


Alguns alimentos já podem comumente serem associados a uma alergia alimentar.  Frutos do mar, amendoins, nozes, ovos e leite integram o quadro dos principais alimentos para quem tem alergia ou intolerância alimentar. Vale ressaltar que a alergia é muito peculiar e pode surgir com qualquer alimento.


O tratamento é simples, mas exige dedicação dos pais: A privação dos alimentos causadores do desconforto. “Isso não significa que a criança ou adulto nunca mais poderá ingerir aquele alimento. Hoje é possível substituir por algo tão similar ao alimento causador da alergia”, explica a médica.